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domingo, 27 de novembro de 2011

A estratégia dos campeões

Hoje, o blog da Abrange Logística traz o esporte para mostrar a importância de desenvolver estratégias para conquistar seus objetivos e ser um campeão.

Marílson dos Santos vence 10.000m e fatura seu primeiro ouro em Pans

Percival Margato Júnior e Marilson Santos
O mesmo equatoriano que estava na cola de Leandro Prates na final dos 1500 metros queria estragar a festa de Marilson Santos na final dos 10.000m dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara. Mais uma vez, porém, Byron Piedra teve de sair da pista com cara de poucos amigos. O experiente fundista brasileiro dominou praticamente toda a prova e conquistou, com sobras, o seu primeiro título pan-americano, com o tempo de 29m00s64. Outro brasileiro em ação, Giovani dos Santos mostrou fôlego no fim da prova e garantiu a medalha de bronze, com 29m41s00. A prata ficou o atleta mexicano Juan Carlos Romero, com 29m51s71.

- Foi uma prova dura porque estava muito quente, muito calor. Estou feliz com a minha tática. Acabei sofrendo um pouquinho com a altitude e o sol quente, mas o mais importante é que eu saí com a medalha de ouro. Acho que, mais do que ninguém, merecia essa medalha nessa prova. Já tinha sido duas vezes vice e, agora, chegou a minha vez - declarou o maratonista.

Marílson ditou o ritmo da prova desde o início, sempre entre os primeiros colocados. O equatoriano, porém, fez marcação cerrada atrás do brasileiro até a metade do percurso. Dali em diante, nem ele e nem ninguém foi capaz de aguentar o ritmo do maratonista. A disputa ficou pela medalha de prata. Embalado pela torcida, o mexicano Juan Romero ultrapassou Piedra, que desistiu da prova quando faltavam dois mil metros. Na última volta, mais uma surpresa. O brasileiro Giovani dos Santos, que andou boa parte da prova na quinta posição, apertou a passada e garantiu o terceiro lugar.

Marilson no momento em que vencia a prova
- Fiz uma estratégia arriscada. O equatoriano possui o melhor tempo do ano (27m32s). E ele é muito rápido, foi segundo na prova de 1500m, que é rapída. A tática era tentar matá-lo logo no início para decidir a prova. Se eu deixasse para o final, provavelmente ele venceria - disse Marílson.

O brasiliense de 34 anos soma dezenas de títulos, principalmente em maratonas. Foi bicampeão da Maratona de Nova York e tricampeão da São Silvestre. Faltava, porém, o ouro pan-americano. Depois da prata nos 10.000m em Santo Domingo-2003 e no Rio-2007, enfim, veio o sonhado título, em Guadalajara.

Fonte: GloboEsporte.com

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Alinhamento Estratégico para uma Logística Admirada

As equipes de diversas unidades da Abrange Logística se reuniram no mês de agosto, para discutir assuntos relacionados à gestão e busca de resultados para as unidades. Além dos gestores, estiveram presentes aproximadamente 50 profisisonais das unidades de Mogi Mirim-SP, Campinas-SP, Piracicaba-SP, São Paulo-SP, Jacareí-SP, Pindamongaba-SP e Três Lagoas-MS, que estão sob a gerência regional de Lourenço De Bellis Sobrinho.


Durante a reunião Lourenço evidenciou a necessidade da eficácia na gestão do processo e de pessoas e promoveu a troca de experiências entre os gestores com a apresentação das ações desenvolvidas em cada unidade. “Faço questão de realizar o recrutamento interno para avaliar se os novos profissionais estão preparados para assumirem novos desafios dentro da Abrange”, comenta Lourenço.

A importância do trabalho em equipe, dos programas desenvolvidos pela Abrange e da conscientização de cada um dos profissionais foram algumas das experiências compartilhadas entre os profissionais que estiveram presentes na reunião.

Élio Lages Ribeiro, gestor da unidade de Piracicaba, apresentou as ações de segurança que resultaram nos 1000 dias sem acidentes de trabalho com afastamento, destacando o comprometimento e dedicação da equipe, em especial, da técnica de segurança do trabalho da unidade, Cristiane A. Barboza.

Já Luiz Adolfo Nunes, gestor da unidade de Jacareí-SP falou sobre a reciclagem e treinamento da equipe da unidade, a partir dos conceitos de SDCA e TTA, ferramentas utilizadas no cotidiano da Gestão Abrange que agrega e traz resultados nos processos.

Anderson Gomes Pereira, gestor da unidade em Campinas-SP está no comando do Time de Trabalho Auto-Dirigido (TTA) e falou um pouco sobre o passo a passo de um PDCA na pratica, o que esta fazendo com os seus líderes e qual o resultado que já esta surgindo.

Já Marcelo Gomes do Santos, gestor da unidade de São Paulo-SP, apresentou os conceitos do programa Operador Logístico 9000, um programa que garante a produtividade, qualidade, motivação e nível de serviço através de profissionais motivados e capacitados.

Eliani Ponciano dos Santos, analista de qualidade da unidade de Jacareí, apresentou um treinamento sobre Liderança e Gestão de Conflitos, em que abordou os valores da Abrange para obter as conquistas diárias, além de falar um pouco sobre as diversidades de gerações, respeito, responsabilidade, estilos de liderança e como aplicá-los em cada momento, buscando sempre o bem estar de todos e os melhores resultados.

De acordo com Lourenço após as apresentação todos os particpantes trocaram experiências e destacaram a importância das apresentações para as operações em suas unidades e na busca pela logística admirada.

“Comprometimento individual a um esforço conjunto – isso é o que faz um time funcionar, uma empresa funcionar, uma sociedade funcionar, uma civilização funcionar” - Vince Lombardi

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Correr ou rezar?

Eu ouvi um conto há mais de 20 anos que fez muita diferença em minha vida. Segundo ele, no antigo Japão feudal havia uma punição muito severa para os alunos que chegassem atrasados. Certo dia, dois jovens estavam um pouco distantes da escola quando escutaram o sinal tocando. Perceberam que pela distância que estavam, não chegariam a tempo e imediatamente começaram a imaginar qual seria o castigo que receberiam por isso.

"O que fazer?" - os dois pensaram. Um tomou a decisão de ajoelhar-se e rezar. O outro decidiu correr.

Pergunto: Qual dos dois tomou a decisão certa?

Caso tenha optado por qualquer uma das escolhas acima, a resposta está errada. A decisão certa seria:

Correr e rezar ao mesmo tempo.
Em nossas vidas, muitas vezes nos deparamos com situações e/ou circunstâncias que em vez de tomarmos uma decisão no sentido de solucionar o que está tirando a nossa paz, ficamos parados, lamentando, murmurando, chorando e até rezando, esperando que a solução caia do céu, em vez de agir para resolver o problema.

Voltando ao conto acima, a atitude mais sábia que os jovens deveriam ter tomado seria correr e rezar ao mesmo tempo. Assim, Deus daria forças para que eles fossem rápidos e chegassem a tempo ou ainda; caso não conseguissem, para que o castigo não fosse tão severo.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Conhecendo um pouco sobre a história da Logística: Logística Militar

A logística militar, geralmente conhecida como serviço de apoio ao combate, está normalmente dirigida à condições desconhecidas, como as previsões incertas. Estas podem reduzir a incerteza sobre os fornecimentos e serviços que serão necessários, onde e quando serão necessários ou mesmo a melhor maneira de os fornecer. A logística militar compreende o tempo e espaço em guerra: equipando, fornecendo, movimentando e mantendo os exércitos (Huston, 1988, p.7).

Desde os tempos bíblicos, os líderes militares já se utilizavam da logística. As guerras eram longas, geralmente distantes e eram necessários constantes deslocamentos de recursos. Para transportar as tropas, armamentos e carros de guerra pesados aos locais de combate eram necessários um planejamento, organização e execução de tarefas logísticas, que envolviam a definição de uma rota, nem sempre a mais curta, pois era necessário ter uma fonte de água potável próxima, transporte, armazenagem e distribuição de equipamentos e suprimentos (Dias, 2005, p.27).

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), as forças em conflito necessitavam, para avançar suas tropas, de capacidade logística (poder), de forma a movimentar e manter grandes quantidades de soldados e mantimentos nas frentes de batalha da Europa e da Ásia. A atividade logística estava relacionada à movimentação e coordenação das tropas, dos armamentos e munições para os vários locais, no mais curto espaço de tempo e nas piores condições possíveis (Carvalho, 2006, p.6).

A Guerra do Golfo, em 1991, representou o maior movimento de tropas e materiais no mais curto espaço de tempo da história militar e ficou como um marco na história da aplicação do raciocínio logístico dentro de um período limitado de tempo, o que fez da operação «Tempestade no Deserto» um dos mais importantes eventos militares mundiais da história da humanidade. Esse conflito trouxe ensinamentos muito importantes e dados para uma profunda reflexão no campo da logística.

A partir de então, a logística adquiriu proporções nunca antes alcançadas em termos de reflexão dos especialistas militares. Na verdade, a operação logística foi de tal envergadura que se tornava essencial, até mesmo crítico, perceber o carácter teleológico de toda a operação: qual é o objetivo exato da movimentação? Qual o seu custo e o seu real benefício?

Pensando nisto, e ainda ficando muitas perguntas sem respostas, a verdade é que se tornou fundamental o trabalho logístico. Ocorrências posteriores a esta vieram lançar ainda mais discussões sobre a necessidade de questionar e reavaliar (por exemplo, o 11 de Setembro), pois tudo o que vinha do passado parecia relativamente circunscrito num tempo e num contexto que pareciam de adequação difícil, senão impossível, face aos novos desenvolvimentos econômicos, sociais e políticos. Passou-se a desconhecer onde estava e como iria atuar o inimigo e, mais, só se perceberam as consequências dessa falha após o atentado.

A logística caminha hoje em dia de mãos dadas com o pensamento estratégico. Os dois raciocínios apresentam-se interligados e a sua presença pode ser notada nos lugares menos comuns, nas práticas menos habituais, onde a exposição ao risco é eqüêntemente elevada. Tornou-se, assim, estritamente necessário dominar as variáveis tempo, custo e qualidade do serviço, de forma a gerar novas configurações deste trinômio e novos trade-offs entre elas. A reinvenção da estratégia e da logística passou a ser um discurso comum nos dias do mundo militar, em que os desafios são incomensuravelmente superiores aos da antiga guerra convencional. Destes desafios surgirão, espera-se, novos desenvolvimentos logísticos passiveis de aplicação empresarial.

Fonte: Wikipédia

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