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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Abrange Logística gera 1300 vagas em 2011



Segundo dados do Caged, entre janeiro e novembro deste ano, segundo dados do Ministério do trabalho, foram criados 2,3 milhões empregos formais, o que representa um crescimento de 6,46% em relação ao estoque de empregos de dezembro de 2010. O resultado deste período foi o segundo melhor na série do Caged entre os anos de 2003 e 2011, atrás apenas do resultado de 2010, quando foram gerados 2.918.549 empregos formais.  Os setores que contrataram mais do que demitiram foram comércio (107.920 postos)e  serviços (53.999).

 Esse é o caso da Abrange Logística, que entre janeiro e dezembro de 2011, gerou mais de 1300 empregos. Este número de contratações deve-se ao crescimento da empresa e fechamento de novos contratos. A área operacional foi a responsável por grande parte das vagas geradas em 2011. “Nos últimos três anos, a quantidade de admissões girou em torno de 1200/ano, em cargos diversos. Acreditamos que, em 2012, não será diferente”, afirma EdCarlos Nascimento, do departamento de Recursos Humanos da Abrange.


Além das novas contratações, a Abrange investiu no aperfeiçoamento de seus profissionais, trabalhando com processo de recrutamento interno e programas de promoções. “Esta grande quantidade de contratações indica que a Empresa está crescendo e por causa deste crescimento muitas vagas foram trabalhadas internamente, gerando desenvolvimento para os profissionais da Abrange em todo o Brasil. Em 2012, continuaremos com o programa de promoções”, finaliza Nascimento. 

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Cuidado com a linguagem na internet

O mau uso da internet no ambiente de trabalho, como o acesso a sites indevidos, já foi um tema abordado no blog da Abrange. Mas, além disso, a linguagem inadequada também pode causar problemas ao profissional.  E para evitar gafes e situações constrangedoras é preciso seguir a “Netiqueta”, o código de etiqueta na internet.

Confira aqui algumas dicas de “netiqueta”:

- Evite digitar mensagens abreviadas que dificultem o entendimento;
- Ao digitar uma mensagem seja claro e objetivo
- Respeite a ortografia e a gramática
- Evite baixar arquivos que não tenham nada a ver com trabalho no computador da empresa
- Evite expor fotos suas em situações constragedoras ou fazer comentários maliciosos
- Evite atitudes deselegantes, elas podem queimar a imagem profissional

A postura profissional também deve ser levada em consideração dentro e fora do trabalho. Por isso é necessário ter cuidado com as comunidades que você participa, evitando as do tipo “odeio meu chefe” ou “não gosto de trabalhar”, isso pode prejudicar sua imagem.

Lembre-se sempre: a partir do momento que você entra em uma empresa, vocês passa a ser o porta-voz dela, onde quer que você esteja.


Fonte: Jornal Hoje

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Relação empregado X empregador pode sim ser harmônica

Por Marjorie Helena Esperança*

Seja por uma simples ocupação ou necessidade todas as pessoas precisam do trabalho, assim como, para qualquer atividade empresarial é necessário um quadro de funcionários.


A partir daí nasce à relação empregatícia, de um lado o fornecedor da força tarefa, empregado, e de outro o oferecedor da oportunidade de trabalho, o empregador.


No entanto, esta relação não é tão simples assim, envolve muitas vezes uma gama de sentimentos que ultrapassa os efetivos direitos e obrigações previstos em lei.
Fonte: Bloggers


A empresa tem um papel diretivo, ou seja, a obrigação de treinar, administrar e exigir o bom andamento dos trabalhos, respeitando a cada um dos seus integrantes para que com satisfação os empregados possam cumprir com suas obrigações laborais.


O empregado também possui suas obrigações dentro da empresa, como cumprir horários, cumprir as tarefas com responsabilidade, sabendo exigir seus direitos e saber ponderar suas insatisfações, de modo civilizado.


Muitas vezes o despreparo das partes gera situações muitas vezes irreversíveis na relação empregatícia, levando ao rompimento do que poderia perdurar por muito tempo.


Trabalhar é viver em sociedade, assim se cada um cumprir com seu papel a vida cotidiana no trabalho se tornará mais agradável.

* Advogada da Divisão Trabalhista da Lemos Asssociados Advogados

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Turbine sua carreira aprendendo com os bons exemplos

Escolha alguns executivos de sucesso, observe suas competências e habilidades e elabore seu caminho profissional.

O sucesso profissional depende de diversos elementos, como conhecimento, habilidades, comportamento, atitudes do profissional e, claro, as oportunidades que surgem ao longo do caminho. Mas na hora de elaborar seu plano de carreira, vale uma dica: selecione alguns executivos que chegaram ao topo e observe seus movimentos.

Muitos profissionais em início de carreira, e até aqueles mais experientes, apesar de saber onde querem chegar, não sabem exatamente o que fazer para atingir seus objetivos. Nesse sentido, escolher alguns profissionais de destaque pode ser uma boa ajuda. Mas atenção para não confundir o caminho percorrido pelo executivo com os resultados obtidos por ele.

Um diretor de RH, um diretor da área financeira, um presidente de uma companhia... cada um deles trilhou caminhos diferentes para chegar aonde chegaram, assim como você vai trilhar o seu, mas alguns aspectos do comportamento e das habilidades desses profissionais podem servir de parâmetros para o seu desenvolvimento.

Escolha seus modelos
Antes de sentar para elaborar seu plano de carreira, estude um pouco os profissionais que estão a sua volta. É muito difícil você olhar para uma pessoa só e ter todo o espelho que você precisa.

Em todos os gestores, mesmo os que não sejam de grande destaque, é possível retirar elementos interessantes para o seu desenvolvimento e aprender com eles. As experiências reais, portanto, podem ser muito favoráveis a você. Será possível perceber, por exemplo, que nenhum profissional bem sucedido trabalhou das 8h às 18h.

Trabalhar mais não quer dizer necessariamente que você deve ficar mais tempo na empresa, mas sim que boa parte do seu tempo deve ser empregado no aperfeiçoamento profissional, através de estudo e do aprimoramento das habilidades técnicas ou comportamentais.

Tenha atitude
Muitas pessoas observam quais competências ou habilidades precisam desenvolver para se destacar, mas simplesmente não se movem, permanecendo na “zona de conforto”. Sair dessa “zona de conforto” requer uma mudança de comportamento.
Aceitar que é preciso mudar e lutar pelos objetivos pode não ser uma tarefa simples, mas uma coisa é certa, qualquer que seja o referencial de sucesso que você tenha escolhido saiba que ele não se manteve na zona de conforto.

Alguns cuidados
Nessa estratégia, ao observar os profissionais de destaque que você selecionou, é importante saber que não é apenas imitar comportamento e atitude. Você precisa ir muito além da simples reprodução de comportamento e atitudes, é preciso identificar o que faz o profissional trabalhar dessa maneira.
Só assim você poderá trazer isso para a sua realidade e trabalhar para que consiga atingir uma mudança plena no seu interior.

Texto extraído do Portal Administradores.com

terça-feira, 5 de julho de 2011

Pró-atividade é fundamental

Para se destacar no mercado de trabalho é necessário que o profissional seja pró-ativo, ou seja, que traga soluções aos problemas e esteja buscando uma forma de melhorar seu desempenho e o da empresa. Um profissional pró-ativo é aquele que influencia o meio, garante harmonia, direciona boas energias ao ambiente.

Entretanto, é comum encontramos no mercado de trabalho pessoas reativas que pensam dentro dos padrões causa e efeito e que não se sentem responsáveis pelo erros ou problemas dentro de uma empresa.

Veja algumas das características do profissional pró-ativo e do reativo e descubra em qual perfil você se encaixa.

Erros
Quando um profissional pró-ativo comete um erro,  diz: “enganei-me“. E aprende a lição.
Quando um reativo comete um erro, diz: “A culpa não foi minha“. E responsabiliza  terceiros.

Adversidades
Um pró-ativo sabe que a adversidade é o melhor dos mestres.
Um reativo sente-se vítima perante uma adversidade.

Sucesso x Fracasso
Um pró-ativo sabe que o resultado das coisas depende de si.
Um reativo acha-se perseguido pelo azar.

Trabalho x Tempo
Um pró-ativo trabalha muito e arranja sempre tempo para si próprio.
Um  reativo está sempre "muito ocupado" e não tem tempo sequer para a familia.

Desafios
Um pró-ativo enfrenta os desafios um a um.
Um reativo contorna os desafios  e nem se atreve a enfrentá-los.


Comprometimento
Um pró-ativo compromete-se, dá a sua palavra e cumpre.
Um reativo faz promessas e quando falha só se sabe justificar.

Qualidade
Um pró-ativo diz:"Sou bom, mas vou ser melhor ainda".
Um reativo diz: "Não sou tão mau assim; há muitos piores que eu".

Sabedoria
Um pró-ativo ouve , compreende e responde.
Um reativo não espera que chegue a sua vez de falar.

Superação
Um pró-ativo diz:“Deve haver uma melhor forma de o fazer. . .”
Um reativo diz: “Sempre fizemos assim. Não há outra maneira.”

Solução x Problema
Um pró-ativo é PARTE DA SOLUÇÃO.
Um reativo é PARTE DO PROBLEMA.

Visão
Um pró-ativo consegue  "ver a parede na sua totalidade".
Um reativo fixa-se "no azulejo que lhe cabe colocar".

Então, faça a diferença, traga soluções e novas ideias para sua empresa. Torne-se um profissional pró-ativo!

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Saiba como deixar de ser um profissional mediano para se tornar brilhante

O blog da Abrange Logística traz neste post dicas de como deixar de ser aquele profissional mediano, que faz o básico bem feito, para se tornar um profissional brilhante. Leia o texto.


No mercado de trabalho, existem profissionais que fazem seu trabalho da maneira esperada, são até considerados competentes naquela função, mas não se destacam. Para a professora do curso de Gestão de Recursos Humanos da Veris Faculdades, Suely Piaia Murtinho, isso acontece porque o profissional não tem proatividade.

“Ele até faz o arroz com feijão bem feito. Mas é um profissional mediano, ele não se sobressai porque não tem proatividade”, ressalta a especialista.

A consultora de carreira Maria Bernadete Pupo acrescenta que muitas vezes o profissional é considerado mediano porque não tem entusiamo com seu trabalho. “Não fazer o que gosta, ser acomodado, não ter energia e não ser empenhado são fatores que dificilmente ajudarão a pessoa ser brilhante”.

Como se destacar

O primeiro passo para deixar de ser mediano e se tornar “brilhante” é reconhecer as dificuldades, que podem ser relacionadas tanto com as competências técnicas como as comportamentais. De acordo com as duas especialistas, geralmente as pessoas não se destacam no trabalho por causa de questões de comportamento.

“É fundamental que ele sinta necessidade de mudar. Mas é importante ter ajuda, senão ele acaba fazendo sempre a mesma coisa, tendo as mesmas atitudes”, aconselha Suely. Segundo a professora, o estímulo de mudar de situação ocorre principalmente quando algum dos colegas é promovido ou envolvido em um projeto em que a pessoa gostaria de atuar.

Quem pode ajudar
Neste processo, além da própria atitude do profissional de querer mudar, o gestor da empresa e o departamento de RH (Recursos Humanos) também podem ajudar. “Nada acontece sem um bom planejamento. É importante ter um plano de ação em conjunto”, diz Suely.


Maria Bernadete declara ainda que o líder tem uma função fundamental que é motivar seu profissional. “Ele tem de valorizar as pessoas”. Para ela, o chefe tem de possibilitar que o colaborador cresça por meio do envolvimento com a empresa, já que a falta de envolvimento é um dos principais motivos da alta rotatividade nas organizações.
 
Suely acrescenta também que o chefe tem de dar feedbacks constantes e acompanhar de perto o trabalho do profissional. Por fim, ela aconselha que a pessoa procure um coach que ajudará a identificar as suas dificuldades e trabalhar para saná-las. “Alguém de fora sempre enxerga melhor e nos mostra outros caminhos”, finaliza a especialista.

*Texto extraído da revista Infomoney.



segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Acomodado eu? Consultores dão dicas para saber se está acomodado no trabalho

Falta de inovação e a não preocupação em aparecer podem ser indicativos de acomodação

Por Gladys Ferraz Magalhães , InfoMoney

João trabalha na mesma empresa há anos, nunca mudou de cargo, mas está contente com a função que exerce, com o salário que recebe e não tem nenhuma pretensão de assumir novas responsabilidades, ou de procurar uma nova colocação no mercado. João pode ser considerado uma pessoa feliz? Sim, mas também poder ser que ele seja acomodado.

De acordo com as especialistas ouvidas pelo Portal InfoMoney, a headhunter da De Bernt Entschev Human Capital, Cristina Reininger; e a consultora de Outplacement da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Maria Helena Mazari, a falta de inovação e a não preocupação em aparecer, por exemplo, podem ser indicativos de acomodação.

"A pessoa começa a achar que tudo faz parte da rotina e passa a não trazer soluções para a empresa. Ela não inova e não se preocupa em aparecer, em fazer mais, em dar sugestões", diz Cristina.

Sem promoções

Outros indícios de que o profissional pode estar acomodado são não ser chamado para novos projetos na empresa e não ser agraciado por promoções, especialmente quando colegas na mesma função, com menos tempo de empresa, conseguem evoluir dentro da companhia.

"Este é um sinal, entre outras coisas, de que a pessoa tem baixa produtividade, não procura melhorar as dificuldades apontadas, não se recicla, é sem energia", explica Maria Helena.

Impactos

Ainda de acordo com as especialistas, a acomodação pode levar à estagnação da carreira e até à demissão, já que o profissional não acompanha o desenvolvimento da equipe e da empresa como um todo.

Além disso, pessoas que costumam apresentar acomodação na vida profissional geralmente não se atualizam, o que pode dificultar uma possível busca de recolocação no mercado de trabalho.

Por outro lado, ao perceber que está acomodado, o profissional pode tentar reverter a situação, procurando se atualizar, sanar possíveis "gaps", sendo mais participativo e até procurando a ajuda de profissionais mais experientes, como um mentor, ou mesmo o líder ou o RH (Recursos Humanos) da empresa.

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