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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Forbes revela as marcas mais valiosas do mundo

Apple lidera o ranking pelo terceiro ano consecutivo


Na última quarta-feira (6), a Revista Forbes publicou uma lista com as 100 marcas mais valiosas do mundo. Pelo terceiro ano consecutivo, a Apple lidera o ranking, seguida pela Microsoft e Coca-Cola, sucessivamente.
A Apple tem um valor de mercado estimado de US$ 104,3 bilhões, com um aumento de 20% em relação ao ano passado e quase duas vezes maior comparado às outras marcas. Os responsáveis da "Forbes" destacam o fato, da marca continuar sendo a mais valiosa, apesar de se concentrar em melhorar seus produtos em vez de lançar novos.
Com o segundo lugar, a Microsoft teve um crescimento de 4%, o valor da marca é US$ 56,7 bilhões. Apesar do valor permanecer praticamente igual nos últimos três anos, a empresa conta com uma das verbas publicitarias mais altas, de US$ 2,6 bilhões.
Única empresa não tecnológica a completar o pódio, a Coca-Cola tem seu valor estimado de US$ 54,9 bilhões. A marca, também, foi a primeira a conquistar 50 milhões de 'curtidas' no Facebook.
A Revista Forbes pesquisou mais de 200 marcas globais, divididas entre 20 setores industriais, com presença nos EUA. Das marcas mais valiosas do mundo, a metade pertence aos EUA, nove à Alemanha, oito à França e sete ao Japão.
Confira a lista completa no site da Forbes.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Você sabe avaliar a cultura organizacional de sua empresa?


Muito se ouve falar sobre cultura organizacional, mas ainda são poucos os empresários que param para avaliar a eficiência e os benefícios dela para a sua equipe e, consequentemente, para os seus negócios. Ela deve ser muito bem pensada e estruturada desde o início porque é quem vai ajudar a guiar alguns processos dentro da organização e será um ponto importante para atrair e engajar os profissionais que você considera peças-chave para a sua companhia.

Mas, antes de falar de sua importância, é essencial entendermos o seu conceito. A cultura organizacional é o conjunto de valores e atitudes compartilhadas pela empresa e seus stakeholders. Princípios e estratégias são inerentes a cada modelo de negócio e devem se manifestar por meio dos valores, práticas, padrões e regulamentos da organização. Eles podem ter múltiplas origens, embora, em geral, seja algo que parte de seus fundadores e líderes.

Resumindo, a cultura é a "cola" social da organização; transmite sentido de identidade para os seus membros; e é um importante mecanismo que guia e forma as atitudes e comportamento dos funcionários.

Toda empresa já nasce com uma cultura organizacional, mesmo sem ser planejada inicialmente, pois os empreendedores acabam carregando o seu próprio jeito de ser para os negócios. Mas a importância de uma construção inteligente é muito grande, pois influenciará no modo como o seu negócio será percebido por seus públicos interno e externo.

Por isso é preciso comunicá-la da melhor forma, pois a partir do momento em que colaboradores, parceiros e funcionários se identificam com a organização e seus valores, ficam mais comprometidos com a mesma, e passam a acreditar em algo maior do que o aspecto financeiro e podem enxergar que fazem parte de algo realmente importante.

Atrair e manter uma equipe qualificada não é uma tarefa fácil, mas é crucial para o desenvolvimento e sucesso de um negócio. E, para isso, uma cultura adequada é aquela que está alinhada aos interesses e valores da empresa e, que ao mesmo tempo, geram um grande grau de satisfação e engajamento de seus colaboradores.

É possível moldar, com o tempo, a cultura organizacional para que haja melhorias no ambiente interno, corrigindo problemas que possam estar causando insatisfação dos colaboradores, prejudicando a produtividade dos mesmos e os resultados da organização. Mas como avaliar se ela está sendo eficiente?

1. Identifique os pontos positivos. Pense nos principais valores e objetivos que você gostaria que fizessem realmente parte de sua cultura organizacional. Desenvolva modelos dos comportamentos e ações desejadas.

2. Invista na formação dos gestores: Eles serão os principais propagadores da sua cultura organizacional. É preciso investir em líderes que saberão motivar e reconhecer suas equipes e possam despertar o engajamento dos colaboradores.

3. Identifique os valores assumidos: Selecione grupos para entrevistas e questione-os sobre o que fazem e porque fazem, assim poderá saber identificar se estão alinhados com os seus objetivos e valores.

4. Faça pesquisas no mercado: Busque referências do que as empresas que você tem como exemplo estão fazendo para reter os seu melhores talentos. As redes sociais são hoje ótimas ferramentas para atualização profissional e trazem vários grupos de discussão.

5. Faça pesquisas com o seu público interno: Atualmente, existem diversas ferramentas que podem ajudá-lo a elaborar pesquisas rápidas e pontuais para que entenda melhor a percepção e recepção da cultura atual por seus colaboradores.

6. Invista em ferramentas reconhecimento descentralizado: Dê às pessoas o espaço adequado para reconhecer os seus pares pelos comportamentos positivos relacionados à cultura da organização. Esta é uma importante iniciativa para garantir que os valores não sejam apenas um quadro na entrada do escritório, mas, acima de tudo, uma ferramenta que permitirá identificar e reconhecer aqueles que contribuem diariamente na construção de sua cultura e de seu negócio.

Como sua empresa gerencia a sua cultura? Compartilhe conosco suas experiências.

Thiago Gonçalves

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Projetos de logística terão mais crédito do BNDES

* Este texto é de autoria do Portal Revista MundoLogística
Acesse também outras matérias na seção Falando de Logística no Blog da Abrange.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) poderá financiar em condições “bastante favoráveis” os projetos na área de logística que deverão ser concedidos à iniciativa privada ainda neste ano, afirmou ontem, em São Paulo, o presidente da instituição, Luciano Coutinho.

“Este é um setor prioritário para o governo, porque os gargalos nos sistemas logísticos brasileiros afetam os custos da indústria de serviços e precisam de investimentos com urgência”, afirmou, após participar de seminário promovido pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) sobre o papel do BNDES no estágio atual da economia brasileira.

Coutinho disse ainda que “o governo federal pretende incentivar muito a participação do setor privado em concessões da área de logística no país, principalmente portuária, ferroviária e nas rodovias, para acelerar os investimentos”.

Apesar do discurso do governo, que enfatiza a preocupação com os projetos de infraestrutura, os desembolsos do BNDES para projetos desse tipo recuaram nos 12 meses até junho de 2012, somando R$ 54,6 bilhões. Se mantido o ritmo até o fim do ano, o resultado será de queda em relação ao ano passado, quando o BNDES concedeu R$ 56,1 bilhões nessa rubrica.

Segundo Coutinho, a comercialização de caminhões comprometeu o desempenho no período, já que as aquisições desses veículos é contabilizada como investimento. A introdução, em janeiro deste ano, do novo padrão de emissão de poluentes, o Euro 5, levou a uma forte concentração de vendas em dezembro do ano passado. A formação de estoques elevados prejudicou o desempenho do setor no primeiro trimestre deste ano.

“A mudança de padrão comprometeu um pouco o resultado no primeiro semestre, mas com certeza os desembolsos vão voltar a crescer nos próximos anos. Esses projetos são essenciais para o Brasil e exigem apoio do sistema privado”, disse Coutinho.

O presidente do BNDES também voltou a afirmar que o Brasil tem uma fronteira de investimentos rentáveis a ser explorada nos próximos anos. Isso somado à saudável situação fiscal do país, a existência de um Banco Central competente e capacitado e o processo “histórico” de redução dos juros o deixam “convicto de que o Brasil é uma economia com todas as condições para sustentar uma taxa expressiva de crescimento nos próximos anos, superior a 4%”. Em relação às perspectivas para este ano, o presidente do BNDES limitou-se a dizer que a economia “vai se recuperar”.

Pelas projeções do banco de fomento, os investimentos no país devem crescer a uma taxa anual de 6% entre 2012 e 2015, “mas vamos trabalhar duro para ampliar esse crescimento para algo entre 8% e 10%”, disse Coutinho. No total, os investimentos no período devem somar R$ 1,8 trilhão.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

TEORIA X E Y de McGregor

Você já ouviu falar a respeito das Teorias X e Y? Leia o texto a seguir e veja qual dessas teorias se encaixam com o perfil do seu trabalho.

McGregor foi um Psicólogo social especialista em comportamento humano, professor do MIT e de Harvard, o qual se tornou famoso pela Teoria X (gestão autoritária) e Teoria Y (gestão participativa) criada em 1960.


As Teorias X e Y, segundo ele, norteavam as relações entre as empresas e seus trabalhadores. Essas teorias evidenciavam como provavelmente ocorreria a influência de uma pessoa sobre a outra no dia a dia de trabalho.

McGregor procurou denominações mais neutras possíveis. Apenas identificou que existe um grupo de pessoas que pensam, sentem e, portanto, agem segundo os pressupostos do que chamou de Teoria X; e que outro grupo se movimenta segundo os pressupostos do que chamou de Teoria Y.

A Teoria X, a mais tradicional, caracteriza-se por ter um estilo autocrático que pretende que as pessoas façam exatamente aquilo que a organização pretende que elas façam. Diz a respeito do ser humano indolente e preguiçoso por natureza, que não gosta de assumir responsabilidade e prefere ser dirigido.

A Administração, segundo essa teoria, se caracteriza por ter responsabilidade pelos recursos da empresa, pelo processo de dirigir os esforços das pessoas (controle das ações para modificar o seu comportamento), pelas políticas de persuasão, recompensas e punição (suas atividades são dirigidas em função dos objetivos e necessidades da empresa) e pela remuneração como um meio de recompensa.

Já a Teoria Y é totalmente oposta à Teoria X. Ela tem a moderna concepção de Administração, a qual se baseia na eliminação de preconceitos sobre a natureza humana. desenvolve um estilo altamente democrático através do qual administrar é um processo de criar oportunidades e proporcionar orientação quanto a objetivos, baseando-se em uma serie de medidas inovadoras e humanistas.

Para essas pessoas, o trabalho é tão bom quanto descansar, elas gostam do que fazem e não são resistentes a mudanças. São motivadas e assumem responsabilidades. E, a organização, sempre está aberta a ouvir os colaboradores e disposta a descentralizar as responsabilidades.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Dados que podem ajudar sua empresa

Recebi o relatório do Instituto Ilus. Espero que vocês gostem.
54% das grandes empresas no Brasil já implantaram o processo de Strategic Sourcing.

74% citaram “pressão para redução de custos” como um dos principais motivos para implantar este processo.

81% conseguiram melhorar os savings na área de Compras, registrando, em média, economia da ordem de 6%.

94% das empresas líderes em seus processos de Compras melhoraram também o relacionamento com seus fornecedores após a implementação do Strategic Sourcing.






O Instituto ILOS disponibiliza aos interessados o relatório denominado “Estratégica de Compras e Suprimentos – Implementação nas empresas brasileiras e uso de Strategic Sourcing – 2010”, apresentando uma série de informações detalhadas sobre o tema. 

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