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Bem vindo ao Blog da Abrange! Especialista em desenvolver soluções logísticas sob medida para atender as necessidades dos clientes.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Melhores Indicadores para a Gestão de Centros de Distribuição

Para monitorar e fazer uma gestão bem elaborada nas operações logísticas, é necessário contar com certos indicadores que possam medir e qualificar os resultados.

Você sabe quais são os melhores indicadores para gestão no Centro de Distribuição?

1 – Turn-Over da Mão-de-Obra
Também é conhecido como “rotatividade” e significa, na prática, o percentual de substituição de mão-de-obra que uma empresa possui e serve como indicador de saúde organizacional, ou seja, o giro entre entradas e saídas de funcionários de uma empresa. 
O turn-over é um importante indicador do clima organizacional da empresa, levando em consideração questões relativas a comunicação, transparência, liderança, acesso à chefia, existência ou não de “panelinhas”, etc. Em Centros de Distribuição a demissão ocorre com mais frequência por motivos relacionados a más chefias do que por fatores ligados a más empresas.

2 – Devoluções por Motivos Operacionais
Se você não mensurar o % de devoluções processadas por falhas operacionais, não terá como identificar oportunidades de melhorias em seus processos de separação de pedidos, unitização de cargas, expedição, conferência de saída e carregamento.
 
3 – Acuracidade do Inventário
Existem, pelo menos, cinco diferentes formas de monitorar o desempenho na administração do inventário. Uma das mais utilizadas e mais facilmente assimiladas pela área operacional refere-se ao % de Boas Contagens, calculado da seguinte forma: Total de Boas Contagens (aquelas na qual a informação física confere com o sistema) / Total de Contagens Realizadas

Outra forma bastante utilizada pelos analistas responsáveis pelos inventários é conhecida por Acuracidade Absoluta dos Estoques em Quantidades, obtida da seguinte forma: 100% - (Somatória das Discrepâncias em Quantidades Absolutas / Somatória da Quantidade Total no Sistema). Nesse caso é levado em conta as diferenças para mais ou para menos.

4 – Order Fill Rate
Também conhecido como % de Atendimento dos Pedidos, mede o % de atendimento dos pedidos em sua totalidade, na quantidade e na variedade de itens, no PRIMEIRO ENVIO AO CLIENTE.

Algumas empresas insistem em apurar esse indicador por linha do pedido ou da nota fiscal, enquanto que na prática, uma linha não atendida significará um Order Fill Rate de zero!

5 – Custo de Movimentação e Armazenagem de Materiais (MAM)
Custos em Centros de Distribuição envolvem a mão-de-obra operacional, mão-de-obra administrativa, espaço físico, equipamentos de movimentação e armazenagem, utilidades (principalmente energia elétrica) e despesas diversas (segurança patrimonial, saúde do trabalhador, materiais de escritório, comunicação, etc.).

6 – Produtividade da Mão-de-Obra
Por fim, monitore a produtividade da mão-de-obra no recebimento, na estocagem, na separação de pedidos, na expedição e no carregamento.

Na atividade de picking, por exemplo, no caso de pedidos uniformes, calcule a produtividade da mão-de-obra da seguinte forma: Total de Pedidos Separados / Total de Horas Trabalhadas.
Meça também o seu desempenho no recebimento e conferência dos materiais, bem como na expedição e carregamento dos veículos.

Lembre-se, sem indicadores você caminhará na escuridão. A busca pelas melhores práticas passa necessariamente pela apuração de indicadores de desempenho, pela definição de metas e pela implantação de uma metodologia de gestão para a prevenção e correção de desvios em relação às metas estabelecidas.
 

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Por que a gestão de estoques é tão importante?

Gestão de estoques,  no contexto das indústrias, refere-se à gestão dos recursos materiais que auxiliam na organização e na geração de receita para as empresas. 

Por que a gestão de estoques é tão importante?

Pois, as empresas que atuam com a produção de bens, dependem fortemente de um estoque bem gerenciado para evitar prejuízos e atrasos na produção. Além disso, garantem:

- Atender às demandas de forma constante
- Dar continuidade das operações
- Economia com as operações


quinta-feira, 20 de agosto de 2015

A hora de pagar a conta

Só se fala em crise. Assim como tudo tem seus altos e baixos, a economia do Brasil não fugiria à regra. Mas, o que há de diferente nessa crise? Como nossa logística está reagindo a esse período – que só está no começo – e em qual setor deixará suas marcas? A verdade é que, com a falta de atenção, ela pode trazer consequências catastróficas para todos os segmentos da economia. Para alguns, consequências passageiras, para outros determinantes.

O Programa de Investimento em Logística (PIL), cujo valor total será de R$ 198,45 bi provindos de investimentos privados e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do qual já tratamos aqui e que nos leva a acreditar que está mais numa ordem de sobrevivência política do que propriamente numa abertura para as tão sonhadas soluções logísticas, já que a maioria dos projetos não saiu do papel no plano anterior divulgado em 2012, veio tarde demais. O momento realmente é para investimentos. Contudo, com a retração da economia, não precisamos de muito para entender que com a baixa na cadeia produtiva, um país que funciona como arrecadador não disporá de orçamentos para suas intenções. Da mesma forma, o pilar do PIL, os investimentos privados, segue a mesma lógica.
O que realmente não dá para entender é o nosso despreparo diante de uma situação previsível como esta. Previsível por quê? Ora, imaginemos que recebemos um cartão de crédito com um limite razoável e que aquele bem que tanto almejávamos agora está acessível. Comprá-lo parece inevitável. O saldo ainda dá para outras coisinhas e o momento deve ser bem aproveitado, afinal temos uma renda e merecemos usufruir daquilo que antes estávamos privados… A hora de pagar a conta chegou e a renda parece não estar compatível com o débito. Isso é o que está acontecendo com o Brasil. Simplesmente chegou a hora de pagar a conta.
Desde 2008, com a acentuada crise americana e depois a europeia, o Brasil vinha recebendo injeções financeiras de investidores que fugiam dos perigos previsíveis dos mercados estrangeiros. Passados esses perigos previsíveis, esses investimentos foram embora e nos deixaram com uma falsa sensação de poder. Não há dúvidas de que o país se beneficiou com a situação. Porém, como um grande e suculento tomate que não foi colhido na hora certa, os investimentos não foram bem aproveitados, pois encontraram uma infraestrutura atrasada e insuficiente que não permitiu que a cadeia produtiva encontrasse uma maior e melhor forma sustentável para fomentar todos os segmentos da cadeia econômica. Resultado? O tomate só despertou os olhos ávidos da corrupção que pensou estar diante de algo diferente, jamais visto na história do país e que, se antes era retirada uma fatia, agora podem ser retiradas duas que não farão falta… Mas, fez! E o tomate não se sustentou no ramo e veio ao chão para ser atacado pelas outras pragas que o aguardavam.
Da mesma forma que buscamos equilibrar nossas contas, o Brasil tem que fazer o mesmo para voltar a gerar oportunidades. É só uma questão de proporção. Também dependemos de políticas públicas acertadas para que continuemos com chances de quitar nossas dívidas para depois voltarmos a comprar e continuarmos crescendo.
Parece que não entendemos que não há nada de graça no mercado. Mesmo quando o “grátis” está em letras garrafais. Se não pudermos adquirir só o que é grátis separadamente – o que nunca se pode – estaremos pagando no que venha atrelado. Nos deixamos levar por facilidades além da nossa capacidade financeira e, como dito, se tudo é uma questão de proporção, temos aquela TV a mais para colocar no quarto enquanto o país gasta com uma política energética incapaz de suprir tanta demanda, ou obtivemos mais um carro enquanto o Brasil insiste em gastar US$ 5 bi com caças suecos. Tudo o que ficou foi o trauma de termos perdido mais uma chance por não aproveitamos o momento de forma consciente e planejada. Pode ser pior se acharmos que ainda somos os donos da bola.
Surpreendidos com a fatura, passamos a entender que a economia funciona de forma sistemática onde se deve comprar e produzir. Passamos a fase das compras e temos que nos organizar para voltar a produzir ao mesmo tempo em que pagamos a conta. Como? São muitas as respostas.
Link: http://www.logisticadescomplicada.com/a-hora-de-pagar-a-conta/
Site: Logística Descomplicasda

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Comemoração de 6 Anos sem Acidente de Trabalho com Afastamento!


No mês de junho, a Unidade da Abrange em Jacareí/SP, comemorou 6 anos sem acidente de trabalho com afastamento. A segurança do trabalho sempre foi considerada para a empresa, um fator crítico para o sucesso das operações logísticas.

“Esta comemoração foi o reconhecimento do nosso trabalho que cada dia vem sendo feito com muita dedicação.” – Jonathan Rodrigues.

“Foi muito importante para mim participar desta Comemoração que é recorde da Abrange, 6 anos sem Acidente com Afastamento é um sinal bem claro de como a empresa se preocupa com a Segurança e qualidade de todos os colaboradores. Temos que continuar caminhando neste mesmo ritmo, pois só depende de nós. Juntos conseguimos alcançar este objetivo que se tornou um marco para nós!” – Leila Silva.


“Este recorde é a prova de que o trabalho em equipe é que faz a diferença, Abrange em parceria com cliente, todos juntos com foco na Segurança sempre!” – Priscilla Rosa.




A Abrange parabeniza toda a equipe e agradece a parceria com o cliente pelo resultado alcançado!
























segunda-feira, 9 de junho de 2014

Inteligência Logística

Nossa proposta é oferecer um diferencial para sua empresa. Uma logística totalmente inovadora. 
A Inteligência Logística é o desenvolvimento e a implementação de Projetos Logísticos, sob medida, alicerçados na expertise da Abrange e no uso de tecnologia de simulação de cenários.
A Abrange propõe a melhor solução, de acordo com as necessidades e expectativas do Cliente, visando melhorar:
  • Fluxo logístico
  • Impacto dos custos operacionais
  • Produtividade
  • Qualidade dos serviços
Para mais informações, acesse nosso site: www.abrange.com.br
contato@abrange.com.br

quarta-feira, 4 de junho de 2014

O que temos a comemorar no dia da logística?

Há exatos 70 anos, em 6 de junho de 1944, a maior mobilização logística da história ocorria na Normandia, a noroeste da França. Conhecida como “Dia D”, essa operação militar envolveu cerca de 200 mil pessoas; entre essas, 155 mil homens desembarcaram numa faixa litorânea de 80 km em 14.200 barcos apoiados por 600 navios e milhares de aviões. Essa operação foi fundamental para o fim da II Guerra Mundial onze meses depois.



A data para comemorar o dia da Logística não poderia ser diferente, não só pela operação em si, como pela razão, pelo propósito. Contudo, hoje não temos muito que comemorar. Aquela história de “descansar enquanto carregamos pedras” é bem aplicada à Logística, mas não deveria ser assim. Vivemos hoje uma situação de impotência diante das investidas contra o desenvolvimento que poderíamos proporcionar ao país, se para isso ele fornecesse meios. Vivemos num misto de alegria e dor quando vemos projetos tecnológicos de brasileiros dando certo em outros países. Poderia ser aqui, mas não há investimentos. A Logística no Brasil está “ao deus-dará”.
Sempre ficamos boquiabertos com as estradas francesas e japonesas, com as tecnologias norte-americanas, com a pontualidade na Dinamarca, Suíça e Inglaterra, com seus modelos de transporte público de qualidade invejável e, acima de tudo, com respeito aos usuários. Agora, com a Copa, temos que ouvir críticas internacionais sobre nossa infraestrutura atrasada, ineficiente e desumana. A Alemanha, por exemplo, construiu seu próprio Centro de Treinamento e acesso em tempo recorde na Bahia. Como profissionais, sérios e aplicados que somos, isso é bem amargo porque sabemos do que somos capazes e de tudo que o Brasil precisa para estar no topo – A crítica que expresso aqui não é partidária, é POLÍTICA.
O que temos a comemorar? Nossas hidrovias, tão ricas em soluções que são desejadas por outros países, mal assistidas. Ferrovias obsoletas por falta de planejamento. Somos abençoados com uma geografia maravilhosa. Nossos portos são estrategicamente bem localizados, mas estão abarrotados de problemas operacionais e estruturais, tentando respirar com algumas reformas, aumentos de calados e ampliações que, na sua maioria, não atenderão à demanda atual. Não diferente disso, nossos aeroportos já não fazem inveja às nossas rodoviárias. O que temos a comemorar? Se ainda insistimos com o modal rodoviário para transportar 70% das nossas cargas, um modal já abolido como principal meio em muitos países que, repito, não possuem nosso “pacote de soluções geográficas”. E somos tão dependentes desse modal que sacrificamos pessoas e equipamentos para o sucesso das operações executadas sem recursos básicos necessários à segurança. Por esse e outros motivos conhecidos, temos um déficit de mais de 100 mil vagas para motoristas. Quem passou a vida nas estradas não quis o mesmo para seus filhos, como antigamente.
Para que eu lhes responda o que temos a comemorar no dia da Logística, terei que prosseguir com a história sobre a grandiosidade da operação naquele 6 de junho de 1944, destacando agora um fato conhecido por poucos: a Operação Fortitude: O 3º comando aliado, na pessoa do General George S. Patton, criou dezenas de tanques de madeira e lona e os colocou a leste da Inglaterra; idosos reservistas trocavam mensagens falsas via rádio; um pequeno contingente fingia a preparação para o deslocamento e, ainda com a colaboração de um agente duplo espanhol, Juan Pujol García, Hitler foi convencido de que a investida seria ao norte da Normandia. Isso contribuiu bastante para o sucesso da Operação Overlord. Uma simples estratégia? Não. Um trabalho conjunto realizado com grande genialidade e entrega.
Genialidade e entrega são dois dos elementos presentes naquilo que conhecemos muito bem: “o jogo de cintura”. E quanto a isso não há dúvidas de que temos muito que celebrar. Somos os únicos que, mesmo com inúmeros obstáculos, chegamos ao final com a tarefa cumprida. Nossa criatividade, força e persistência temperam nosso profissionalismo e aumenta a confiança que depositam em nosso setor. Diante dos desafios expostos aqui, somos aqueles que emprestamos nossa cabeça para planejar com inteligência, nossas pernas para buscar as soluções, independentemente da distância, e nossas mãos para executar com precisão em meio à correria. Nosso coração tempera tudo com dedicação.
Se, infelizmente, não podemos celebrar nossa Logística como queríamos, é mais um motivo para celebrarmos todos os profissionais dessa honrosa arte. Que Deus nos abençoe e nos guarde para continuarmos trabalhando para o Brasil logístico que precisamos.
Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/o-que-temos-comemorar-dia-da-logistica/

quinta-feira, 29 de maio de 2014

O Brasil e o futuro do comércio exterior

Depois de ficar por quase 12 anos tratando ingenuamente os Estados Unidos como o grande Satã do Norte, como se vivêssemos ainda ao tempo da Guerra Fria (1945-1991), o governo brasileiro parece que decidiu reabrir os canais de negociação com o governo norte-americano, enviando a Washington representantes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). 

O que se Foram 12 anos perdidos com a aposta equivocada na chamada Rodada Doha, que defendia a Organização Mundial do Comércio (OMC), com sede em Genebra, como o grande órgão gestor de negociações multilaterais. O fracasso da Rodada Doha atingiu em cheio o Brasil e deixou claro que o mundo caminha para acordos regionais ou de grandes blocos, enquanto a OMC acabou reduzida a mero órgão consultivo ou, no máximo, um tribunal de pequenas causas. Diante disso, a presença de um brasileiro à frente da direção-geral da OMC também perdeu importância, ainda que o organismo mantenha alguma representatividade.

Assim, só resta ao Brasil sair em busca do tempo perdido porque, nesse longo período, o mundo mudou. Na América Latina, por exemplo, enquanto o Mercosul continua preso aos humores da política externa argentina e o seu protecionismo acendrado, México, Chile, Colômbia e Peru partiram para negociações com os Estados Unidos e União Europeia e formaram a Aliança do Pacífico. Já o Mercosul preferiu acolher um vizinho problemático, a Venezuela, que só trouxe mais dissensões ao bloco. Na verdade, o Mercosul deveria ter atraído para o seu lado México, Chile, Colômbia e Peru.
Com o fracasso das negociações para a formação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca), que se deveu basicamente ao comportamento do governo brasileiro, os Estados Unidos procuraram outros caminhos, negociando a Parceria Transpacífica (TPP) com as economias asiáticas, com exceção da China, e a Parceria Transatlântica (TTIP) com a União Europeia, que ainda estão em andamento.
Se esses acordos forem fechados, o Brasil e o Mercosul ficarão a reboque das grandes decisões comerciais no mundo, reduzidos a cumprir o que vier de cima, sem direito a dar sugestões ou reivindicar tratamento preferencial. É verdade que o Brasil procurou uma alternativa com os Brics (Rússia, Índia, China e África do Sul), anunciando o propósito de realizar o comércio entre eles com suas próprias moedas como meio de pagamento.
espera é que dessas conversações preliminares possa nascer algum grande acordo de livre-comércio, que inclua o cambaleante Mercosul.

Imagina-se que maior comércio dentro dos Brics protegerá as economias desses países de ciclos de depressão no mundo ocidental. Mas não se pode depender apenas dos Brics. Em comércio, a melhor política sempre foi o pragmatismo responsável.

Escrito Por: Milton Lourenço
Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/o-brasil-e-o-futuro-comercio-exterior/

sexta-feira, 28 de março de 2014

Precisando de um local para Armazenagem?

Abrange dispõe de área para armazenagem em região estratégica, próximo a São Paulo e das principais rodovias do país.

  • Área com 19.000 m².
  • Armazém com Infraestrutura e mão de obra Se a necessidade do Cliente é o desenvolvimento de um novo local para armazenamento, a equipe da Abrange está preparada para assessorá-lo, na escolha estratégica dessa área, no projeto de instalação e na sua gestão, atendendo às expectativas Cliente.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Desperdício de dinheiro no setor logístico

O Brasil parece não aprender a lição. Estamos diante de um cenário crítico no que se refere a investimentos em infraestrutura de transportes. Meu Deus! A maioria de nós sabe da importância desses investimentos para o crescimento do Brasil e para a dignidade e qualidade de vida dos brasileiros, mas aquela minoria que detém o poder e o usa em favorecimento da corrupção para, com ela, mudar sua própria vida, vem ignorando até o dinheiro – aquele dinheiro que os Tribunais de Contas exercem fiscalização ferrenha e não dão tantas chances para aquelas “embolsadinhas” básicas.

Em 2013, quando mais precisávamos desses investimentos, não só pela Copa do Mundo, mas pelo nosso passado de poucos caraminguás destinados à manutenção e implantações de rodovias – embora eu acredite que os investimentos em modais que diminuam o custo do frete sejam tão importantes quanto rodovias que, hoje, são o passado de muitos países que desenvolveram suas ferrovias e hidrovias para competir no mercado global – o que se investiu foi muito aquém da necessidade do país. O ano foi marcado pelo efeito daquelas denúncias, prisões, demissões e afastamentos, em 2012, de funcionários do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), inclusive da Superintendência, e de algumas empreiteiras acusadas de associação à corrupção. Com isso, o Tribunal de contas da União (TCU) e o Ministério Público Federal (MPF) ficaram de olho nos custos das obras espalhadas pelo país diminuindo as possibilidades de desvios e, assim, o interesse pela realização dos projetos – até os já licitados.
Fácil entender, difícil aceitar que um país que sofre tanto com a deficiência logística possa desperdiçar tempo e dinheiro que beneficiaria a economia por não ter uma fiscalização eficiente e, quando feita, vem travar e arrastar os processos por um longo período além do necessário. Aliás, é mesmo complicado que o Órgão que devia fiscalizar compartilhe da mesma corrupção que deveria combater.
A verdade é que não foi utilizada NEM A METADE do orçamento destinado às obras de rodovias em 2013; e mais: em 2012 foram utilizados quase 700 milhões a mais do que 2013 cujo orçamento aprovado seria praticamente o dobro de 2012. Veja os números, segundo dados do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (SIAFI):
- 2012: Mais de R$ 7 bilhões foram utilizados.
- 2013: R$ 13,2 bilhões aprovados pelo Congresso Nacional. Apenas R$ 6,3 bilhões foram utilizados até o início de novembro (48% do orçado para o ano).
A maior obra de 2013 seria na BR 101, na divisa de Santa Catarina com Rio Grande do Sul, cujo orçamento autorizado foi de R$ 423,5 milhões, mas só R$ 89,9 milhões foram pagos efetivamente. Outro trecho na BR 116, Porto Alegre/Pelotas, de R$ 363 milhões foram utilizados apenas R$ 66,5 milhões. O próprio DNIT que previa um investimento de R$ 252,4 milhões para estudos, projetos e planejamento de infraestrutura de transportes, dinheiro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), só utilizou pouco mais de R$ 37 milhões. Ainda assim, planejamento muito caro para tão pouca eficiência [...].
Para piorar, algumas obras em andamento serão pagas com o orçamento de 2014. Os chamados “valores empenhados” que serão feitos neste ano, por obras iniciadas em 2013, serão pagos com recursos previstos para 2014, pois os orçamentos não são cumulativos.
O governo disse: – Taí o dinheiro! As empreiteiras disseram: – Oba! Os Tribunais de Contas disseram: – Estamos de olho! O DNIT disse: – “Sujou!” E a Logística ficou como aquele milionário que morreu no deserto com o bolso cheio de dinheiro para comprar água.
Esgotaram assim, as desculpas dos órgãos “responsáveis” pela infraestrutura do país: falta de tempo, clima (com cheias e secas), reviradas políticas… Mas, a mais utilizada, sem dúvidas, sempre foi a falta de dinheiro. E agora, o que falta-nos ouvir em meio ao descaso com que é tratado o setor logístico no Brasil?
Fonte: http://www.logisticadescomplicada.com/desperdicio-de-dinheiro-setor-logistico/

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Inteligência Logística

A Abrange desenvolve projetos logísticos sob medida para sua Empresa.

Através da Inteligência Logística, a Abrange propõe analisar estrategicamente toda a cadeia logística para propor o melhor Projeto de acordo com a necessidade e o perfil do cliente.
Com a expertise adquirida ao longo dos anos no segmento de logística e com o uso de tecnologias de simulações de cenários, a Abrange possui uma equipe focada em testar diversos cenários, identificar pontos de gargalo e ociosidades, analisar os impactos nos custos operacionais/produtivos, a qualidade dos serviços, a produtividade, em busca de encontrar a ótima solução para atender à demanda do cliente.

Para mais informações, acesse: www.abrange.com.br

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Mensagem para empreendedores


Ser líder nos dia de hoje exige dar respostas e obter resultados rapidamente. A forma de fazer isso é conectar-se rapidamente às pessoas certas.

Fonte: Revista Você S/A, junho 2013.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Intralogística

Intralogística é o processo de controlar eficientemente o fluxo e armazenagem de matérias primas e estoque durante a produção e produtos acabados, buscando sempre atender todas as necessidades dos clientes, seja dentro das instalações ou fora nos centros de distribuição.

A Abrange Logística É uma empresa diferenciada por apresentar soluções logísticas sob medida e especializada em intralogística, onde planeja, implementa, controla e operacionaliza com flexibilidade, tecnologia, dinamismo e inovação a logística de seus clientes, visando criar valor e gerar resultados sustentáveis.
Serviços:    




• Recebimento físico e fiscal;

• Picking e Packing;
• Abastecimento de linhas produtivas;
• Realização e autoria de inventários;
• Movimentação interna de produtos;
• Locação de Equipamentos de Movimentação;
• Gestão completa de estoques (matéria-prima, insumos, materiais em processo e produtos acabados);
• Transporte e distribuição;
• Simulação de operações;
• Projetos personalizados;
• Consultoria Logísticas.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Entendemos de gestão. Entendemos de logística!

A Abrange desenvolve projetos sob medida para seu negócio. 

Primeiramente, realizamos um diagnóstico da empresa para identificar os gargalos e oportunidades. Mapeamos e entendemos todo o processo. Em seguida, nossa equipe atua com toda expertise e know how da gestão logística, para entregar soluções sob medida e fazer com que seu negócio gere resultados sustentáveis e alcance o sucesso!


Para mais informações, acesso nosso site: www.abrange.com.br

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Logística nas catástrofes

O mundo assiste às catástrofes naturais que desafiam governos e setores humanitários, de infraestrutura e de logística integrada a minimizar os impactos devastadores nas vidas dessas pessoas.

Não há nada que nos deixe mais orgulhosos do que ver o poderio logístico atuando no apoio às vítimas de catástrofes. E estamos vendo, cada vez mais, essas operações que envolvem cidades, estados e países numa concentração de pura logística, de feitos indescritíveis tornando aquela mesma logística que se intensificou nas guerras uma ferramenta valiosíssima para o socorro, para a reconstrução das vidas dessas pessoas que, assim como muitos de nós, e justificável, não enxergam a importância de uma logística bem estruturada diante do estarrecimento e do desespero.
E como age essa logística sem estradas, com inundações, tempestades e deslizamentos? Como fazê-la sem pousos de aeronaves, sem meio nenhum de locomoção para distribuir água e alimentos, por exemplo? Ultimamente, devido à devastação de áreas inteiras, a técnica do “inventário pré-posicionamento” (técnica utilizada pela logística humanitária que consiste na seleção de locais para armazenagem) é comprometida e as dificuldades são multiplicadas. Salvar essas vidas é a maior certeza de que Deus é pela Logística e de que o desespero se combate com planejamento também, mesmo nesses eventos inevitáveis.
Vimos o estado da Califórnia se reerguer; vimos o Japão reconstruir aeroportos e estradas em sessenta dias; vimos e estamos vendo o Haiti que, quase quatro anos depois, sofre com os impactos dos seus terremotos e longe, bem longe, de voltar àquela vida já difícil na época. Vimos o Brasil com suas tragédias naturais se arrastar na burocracia ao ponto de perecer as cargas destinadas às vítimas e a rapidez nos desvios de donativos que nunca chegaram para o socorro dessas vidas. Por que tanta diferença? Isso não é só questão de cooperação e de vontade política. Isso é planejamento logístico. São desafios que só percebemos quão grandes quando nos envolvemos diretamente.
Brasil, Estados Unidos, Japão, Haiti e recentemente Filipinas – que sofre com desastres ao longo de sua história – têm suas diferenças geográficas, políticas e econômicas que determinam a eficácia e a eficiência de um plano de ação. Assim, muitas vidas são perdidas não só pelas adversidades, como também, pela falta dessa força logística.
Nessa hora, sim! Entra toda a questão da falta de interesse. Seja da falta de interesse do poder público em educar e formar mentes nesses países para usufruir posterior e oportunamente e a falta de interesse da ONU (Organização das Nações Unidas) que parece não entender que um país rico precisa de um apoio momentâneo enquanto que um país pobre precisa de uma ajuda mais intensa e duradoura, pois a retomada a normalidade se dá de forma bem mais lenta; embora não signifique que seja mais cara do que a ajuda dada ao primeiro. Infelizmente, as formas de fazer política e logística se confundem. Mas a Logística sempre se sobressai.
Até se pode represar um rio, contudo, assim como a Logística, sempre achará um caminho. As necessidades vão se desenhando e as soluções vêm acompanhando. Claro que poder financeiro diz muito nessa hora, mas a criatividade, a persistência e a entrega não têm valor menor.
A Logística está em cada etapa: no auxílio às vítimas com remédios, comida e água; na limpeza e reconstrução e, infelizmente, na lida com os corpos para se evitar epidemias e possibilitar, quando possível, um pouco de dignidade aos que se foram e aos que ficaram para testemunhar a força da natureza e a ação ou omissão do homem.
Marcos Aurélio da Costa 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Pré-sal: logística é o maior desafio

No último assunto que abordamos sobre a negociação do Campo de Libra, a maior reserva de petróleo na camada pré-sal, tratamos do resultado do “leilão” que, sem concorrência, não poderia ser classificado assim; embora o Governo ainda sustente que foi um sucesso, não poderíamos deixar de citar algumas das razões que levaram o Brasil a negociar os direitos de exploração de uma das maiores descobertas econômicas que coloca o país entre os grandes, não pelo petróleo em si, pois continuamos atrás em relação a alguns países, mas pelo desenvolvimento atrelado a essa exploração que, devido à falta de estrutura, ficamos limitados e não aproveitaremos os benefícios em sua magnitude.

Se percebermos os benefícios em outros segmentos do mercado nacional, como a indústria do aço, por exemplo, podemos acreditar no reforço econômico que a exploração do pré-sal trará para o país. De momento, o que podemos perceber é que, por falta de planejamento e deficiência na infraestrutura, estamos procurando diminuir prejuízos. Assim, buscamos explicações sobre como o Brasil compra do Brasil sua própria reserva de petróleo, fica com 41,65% e diz que a negociação foi um sucesso[...]. Eu também ficava feliz quando não estudava para uma prova e mesmo assim tirava uma nota 4 – que não me garantia muita coisa.
Infelizmente, sofremos duas vezes devido a mesma falta de logística: quando nos impossibilitamos de explorarmos 100% das nossas próprias reservas e novamente para obtermos esses 41,65%. A logística, o déficit tecnológico e a falta de mão de obra qualificada são gargalos reais e insistentes que diminuem a eficiência e a competitividade na exploração dessas reservas em águas profundas.
As grandes plataformas instaladas hoje na costa brasileira estão distantes e isso encarece a logística. O grande desafio agora é a redução de custos logísticos para as futuras plataformas que, em média, estarão três vezes mais distantes, a cerca de 300 km da costa. Se o transporte de pessoal, que hoje beira as 80 mil pessoas por mês, já representa um gargalo – com as novas operações até 2017 esse número será praticamente o dobro – que dirá o transporte de cargas que passará de cerca de 1,4 milhão de toneladas para cerca de 2,3 milhões de toneladas. E o que falar do escoamento da produção com portos pedindo socorro e equipamentos insuficientes? A “solução” aponta para um melhor e maior desenvolvimento do transporte dutoviário?
Para a exploração de Libra o Brasil irá construir 17 plataformas petrolíferas. Grande oportunidade para empresas brasileiras engrossarem seu leque se, evidentemente, poderem contar com um aumento substancial de profissionais qualificados e apoio financeiro para tocar esses projetos que fomentam várias outras empresas no ramo do aço, transporte, equipamentos, educação etc. Mas, estamos acompanhando o ótimo crescimento da indústria naval brasileira que superou as expectativas devido bons planejamentos, excelentes investimentos e incentivos do mercado de derivados através do PROMEF (Programa de Modernização e Expansão da Frota Nacional de Petroleiros) criado em 2004. Isso anima e reforça que, quando há planejamento, a coisa vai! A questão agora é se temos tempo. Ainda bem que o petróleo não tem para onde ir, a não ser para os sistemas estrangeiros de extrações que, sem dúvidas, se instalarão primeiro que nós, pois saem de lá com menos entraves e impostos do que nossa indústria nacional.
O Brasil possui expertise em prospecção em águas profundas e tem como espelho grandes potências produtoras. Isso é bom. Contudo, é perigoso não conhecermos os detalhes dos caminhos a serem seguidos ou começarmos pelo fim. Sabemos que o prato é gostoso, mas não termos acesso a todos os ingredientes pode nos deixar sem gosto e difícil de engolir.
“Difícil de engolir” é uma boa expressão para resumir o falso contentamento diante de uma excelente oportunidade de desenvolvimento que o Brasil não abraçou como deveria porque errou, anos e anos, no desenvolvimento logístico. Erros passados não têm jeito. Agora é pau na máquina! Embaixo d’água – bom lembrar.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Mudanças...


Você precisa ser capaz de desvendar novos desenvolvimentos e oportunidades, o mais breve possível. 



Mudanças são rápidas. Mudanças acontecem em tempo real. Mais do que acompanhá-las, é necessário antecipar-se a elas. 


A velocidade de seus negócios, de suas ações devem ser a mesma do mercado.

Seus colaboradores, sua equipe devem agir no momento certo com insights precisos.



Percival Margato Júnior

CEO da Abrange Logística

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