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segunda-feira, 28 de março de 2011

Conheça os cinco sinais que indicam que você não é um bom chefe (ou não tem um)

Por Karla Santana Mamona



Liderar uma equipe não é uma tarefa muito fácil. O chefe, além de ser o responsável pelo resultado apresentado pelos profissionais, deve orientá-los sempre que for necessário.


Muitos líderes erram por falta de experiência em gestão ou por não perceberem como agem. Isso impacta diretamente na motivação do profissionais, o que faz com que a rotatividade de colaboradores aumente dentro das empresas.



Pensando em conscientizar estes chefes, um artigo publicado pelo The Wall Street Journal no começo desta semana revelou cinco sinais que indicam que um líder pode ser um mau chefe.

Comunicação por e-mail
Apesar de ser eficiente, a comunicação por e-mail pode causar problemas de entendimento entre o colaborador e o chefe. Segundo a consultora de gestão e autora de livros sobre a etiqueta no ambiente de trabalho, Barbara Pachter, muitos gestores têm a tendência de ser “rude”, especialmente quando respondem e-mails de qualquer lugar. A especialista chama isso de “Efeito BlackBerry”.



Conversa direta
Acreditando que o e-mail é mais conveniente, muitos líderes usam cada vez mais a tecnologia para evitar discussões difíceis. Lembre-se que conversar pessoalmente com os profissionais incentiva a confiança entre as partes.

Profissionais doentes
Há comprovações científicas de que um líder ruim pode ser prejudicial à saúde de sua equipe. Um estudo sueco, de 2008, acompanhou mais de 3 mil homens, por mais de dez anos, e revelou que aqueles que disseram que foram mal geridos no trabalho tinham de 20% a 40% a mais de probabilidade de ter um ataque cardíaco.

Prazos restritos
Outro sinal que a gestão do chefe vai mal é quando os profissionais não conseguem cumprir os prazos estipulados. Isso ocorre especialmente com novos líderes, já que eles são mais propensos a dar prazos restritos e não negociáveis aos seus colaboradores. Foi o que ocorreu com uma executiva de Recursos Humanos de uma empresa de Nova York (EUA). Ela começou a trabalhar 15 horas por dia, após a chegada de seu novo chefe. Seu líder prometia prazos impossíveis de serem cumpridos aos clientes e a sua equipe se esforçava ao máximo para cumprir.

Gritar
Gritar, além de falta de educação, afeta diretamente a moral das pessoas no ambiente de trabalho e a produtividade. Esta situação faz com que o profissional se sinta intimidado. Dessa maneira, ele evitará procurar o chefe quando há algum problema.

2 comentários:

Silvano Petrich disse...

Outro ponto que considero importante é: Não chamar a "atenção" de um encarregado, diante de sua equipe! É constrangedor e o expõe demais.

paulo panhoto disse...

em minha humilde opinião Ser chefe não consiste em dar provas de vigor, de eloquência, de audácia ou de habilidade. Ser chefe não consiste de maneira nenhuma em reunir à sua volta adesões sentimentais ou interesses. Ser chefe consiste essencialmente em saber como levar os homens a trabalhar em conjunto, em reconhecer e utilizar pelo melhor os recursos de cada um, em indicar o lugar em que este ou aquele possa render mais, em dar a todos o sentido da sua solidariedade e da sua igualdade perante a tarefa que lhes está confiada nos diferentes postos dum mesmo grupo.
Conhecer o homem em geral, os seus homens em particular, e a fundo os seus subordinados directos; conhecer de modo exacto os seus compromissos e respeitá-los; lembrar-se de que, na acção, actua sobre vontades e não sobre engrenagens; abrir, por consequência, horizontes largos à sua iniciativa; obter deste modo a docilidade, o zelo, o ardor em vez da passividade indiferente e mecânica; preferir à violência a disciplina voluntária; manter a subordinação dos interesses particulares ao interesse geral; levar sem desânimo as tendências centrífugas a uma coordenação fecunda - tal é a função essencial do chefe, para a qual se torna necessário e insubstituível.

O homem é um ser social, e a liberdade individual deve ser canalizada e disciplinada para o bem geral. Mas seria imprudente deixar à razão de cada membro da sociedade o cuidado de determinar o que o bem geral reclama dele, e ainda menos deixar apenas à sua boa vontade o cuidado de conformar com esse bem geral a sua conduta.
O verdadeiro chefe reconhece-se por este sinal: basta a sua presença para levar os homens que dirige a entregarem-se por si próprios ao serviço da causa comum. Substitua-se "presença" por "lembrança", e teremos os grandes chefes.paulo panhoto abrange cla.

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