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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Quando você melhora um pouco todos os dias, coisas grandes começam acontecer.

Dimas Rios trabalha na Abrange desde  2007 e, atualmente, é gerente de ativos e manutenção para o Nordeste e Espírito Santo. Para ele, estar na Abrange é viver uma experiência única. Disciplina e coragem são qualidades essenciais para fazer o que precisa ser feito se você quer fazer a diferença em um mundo altamente competitivo.

Leia abaixo a contribuição do Dimas para os leitores do nosso blog:

Dimas Rios, gerente de ativos
e manutenção da Abrange
A Abrange proporciona sempre a liberdade para as pessoas se auto desenvolverem, capacitando-as a tomarem decisões. Isso traz uma vantagem competitiva a empresa e um tremendo diferencial para o profissional, com resultados muitas vezes superiores aos esperados, além de tornar os processos operacionais muito mais ágeis e flexíveis, com soluções inovadoras. Para as pessoas que querem crescer profissionalmente é o cenário ideal.

Meu papel é ser um executor, um professor, um fiscal ou um técnico quando preciso for. Jogo em todas as frentes, mas não deixo de dividir as responsabilidades com o meu time, para não se sentirem órfãos. A equipe precisa saber que pode contar com comigo e eu com eles. É uma troca onde todos ganham.

Trabalho muito a questão da disciplina com minha equipe. Pois só através dela é que conseguimos gerar resultados. Procuro identificar nos profissionais aqueles que fazem a diferença e que vão além do desempenho esperado.

Todo profissional dentro da Abrange, seja ele técnico, operacional ou administrativo, poderá crescer na empresa, desde que tenha coragem e atitude para fazer o que precisa ser feito. Um pensamento que procuro passar ao time é que tenham em mente que eles podem ser os melhores desde que se esforcem para isso. Por isso desenvolvo um plano em conjunto com o profissional ou com a equipe para eliminar o que precisa ser eliminado e potencializar o que se tem de melhor.

Para concluir, gostaria de passar a seguinte mensagem: quando você melhora um pouco a cada dia, coisas grandes começam a acontecer. Não procure por melhorias rápidas e grandiosas, busque a pequena melhoria um dia de cada vez. É o único modo para que a verdadeira mudança aconteça...e quando acontece, dura.

Gosto de pensar em Jesus como um empresário que montou uma equipe com 12 pessoas que estavam longe de serem perfeitas, mas conseguiu treiná-las e motivá-las para cumprirem sua missão com sucesso. Seu objetivo era construir, e não destruir; educar, e não explorar; dar apoio e fortalecer , e não domina. Creio que este devesse ser o espírito de cada líder.

Dimas Rios, gerente de ativos da Abrange Logística para o nordeste e para o Estado do Espírito Santo.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Como encontrar as pessoas que merecem oportunidade para se desenvolver dentro da empresa? - Parte II

Com o aquecimento do mercado a identificação e retenção de talentos nas organizações se tornaram questões de primeira importância nas agendas dos executivos. Estas pessoas têm sido procuradas pelas empresas para atuarem em áreas estratégicas e assim maximizarem a capacidade de gerar resultados no tempo. A correta gestão destas pessoas tem se mostrado mais importante, inclusive, do que o nível de tecnologia existente em seus processos de negócio. Isso pode ser entendido observando que, mesmo que uma organização seja apoiada por tecnologia de última geração, são as pessoas que saberão exercer suas funções com qualidade e produtividade nestes processos.

A busca por grandes profissionais numa organização se inicia através da habilidade de seus líderes em perceber o potencial dos liderados. Eles devem conhecer de forma profunda, simples e clara os potenciais dos membros da equipe. Podemos definir potencial como a qualidade de qualquer sistema ou corpo de estar pronto para atuar. É a capacidade de, num determinado tempo, vir a desempenhar uma determinada função com diferente grau de complexidade.

Entretanto, o que se observa no dia-a-dia das empresas é que, para suprir as necessidades, os funcionários de bom desempenho são colocados de forma indiscriminada para ocupar posições de liderança. A observação deste tipo de atitude nos mostra que a experiência pode ser frustrante tanto para a empresa como para o empregado. A condição de que um bom desempenho operacional leva de forma direta a um bom desempenho na liderança nem sempre se verifica. Além disso, as ações de desenvolvimento de um profissional não são exatamente as mesmas, elas dependem do grau de desenvolvimento, maturidade e da relação entre potencial e desempenho.

Uma das formas bastante acertadas de se tomar a decisão a respeito do potencial de um colaborador e conseqüentemente das ações que devemos tomar para o desenvolvimento adequado é através da Análise de Potencial. Esta análise, realizada sempre por profissionais capacitados, é feita de forma individualizada e considera alguns passos importantes: a análise do perfil comportamental, habilidade cognitiva, estudos de caso e entrevistas por competências.

Ao cruzarmos os resultados da análise com os respectivos resultados do desempenho atual, poderemos localizá-lo no quadrante de uma matriz conhecida como “Nine Box”, elaborada por Renato Soares, psicólogo, mestre em psicologia social e consultor . Com base na localização que se faz na matriz, podemos direcionar as ações específicas para o desenvolvimento do funcionário.



Outra ação importante que as empresas devem tomar para reter seus talentos é criar um ambiente com condições estabelecedoras para o tipo de perfil de liderança que se quer ter na organização. Por exemplo, se é interessante ter uma liderança competitiva é necessário que a empresa crie um ambiente adequado para estas pessoas se desenvolverem desta forma. Em geral, atitudes como reconhecer o valor das opiniões, sugestões e até mesmo críticas são maneiras da empresa valorizar este tipo de profissional.

Luciano Rocha – Gerente de logística da Abrange Logística.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

O que um líder 5 estrelas deve saber

Sempre coloco aos meus lideres que resultados vem através de pessoas. Sempre digo para não perderem a viagem quando estes estão em campo! Aqueles que jogam futebol sabem o que quero dizer com isso. Para um melhor entendimento do assunto, compartilho com vocês o artigo publicado pelo Portal HSM “O que um líder 5 estrelas deve saber" , de autoria de César Souza (Presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante. Texto baseado no livro Cartas a um Jovem Líder. Para saber mais, visite http://www.cartasaumjovemlider.com.br/)




Se desejamos construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias, precisamos mudar a forma de pensar a liderança. As competências aplicáveis nos últimos 50 anos não são mais tão úteis na nova sociedade do serviço, do cliente, do relacionamento móvel e do mundo volátil em que vivemos.

Parecem desmoronar as verdades sobre a motivação, a lealdade, o comprometimento e – a liderança! A escassez de líderes competentes é um fato.

No campo político, a grande maioria dos países ressente-se da falta de estatura e competência de seus líderes. No mundo empresarial, as empresas não conseguem formar líderes em quantidade e qualidade suficientes para se expandirem, nem para se posicionarem junto a seus clientes, fornecedores e parceiros.

Nas famílias, agrava-se a distância entre pais e filhos. As comunidades ressentem-se de lideranças mais eficazes. O que fazer? Uma saída é tentar aprender com a prática daqueles a quem chamo de “líderes cinco-estrelas”. Ao longo de minha carreira tenho tido a oportunidade de conviver com vários deles.

São líderes – homens e mulheres, alguns bastante jovens – diferenciados, notáveis, mesmo aqueles que são anônimos por não ocuparem cargos nem posição social de destaque. Mas exercem a liderança de forma competente. Temos o que aprender com eles. Quais são seus segredos?

Oferecem causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas. Criam um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, o job description das pessoas que o cercam. Vão muito além de metas e objetivos a serem cumpridos.

Indicam o “porto de chegada” e as escalas intermediárias na ” viagem” da sua equipe, família e grupo comunitário. E deixam claro que o importante não é inventar o futuro, em vez de perder tempo tentando adivinhá-lo.

Contribuem para ajudar as pessoas que os cercam a entenderem melhor os momentos que atravessam. Estimulam os outros no sentimento de que fazem parte de algo nobre, que extrapola a simples troca do trabalho por remuneração. E a superarem situações indesejadas ou inesperadas. Formam outros líderes, em vez de apenas seguidores.

O líder diferenciado não é mais aquele que tem atrás de si um grupo de pessoas que seguem fielmente o rumo traçado e são recompensadas pela sua lealdade. Essa é uma visão elitista da liderança que precisa ser desmistificada.

Os líderes competentes são aqueles que têm em torno de si pessoas capazes de exercer a liderança quando necessário. Criam mecanismos, atitudes e posturas que estimulam o desenvolvimento do líder que existe dentro de cada um. Formam, assim, outros líderes. E fazem isso porque já perceberam que as empresas, hoje, necessitam de uma quantidade muito maior de líderes. Lideram 360 graus, em vez de 90 graus.

O líder diferenciado atua onde faz diferença. Não influencia somente quem está do lado “de dentro” numa família, empresa, escola, ou hospital. Exerce a liderança também “fora”, para cima e para os lados.

Na empresa, sabe que precisa exercer a liderança perante clientes, parceiros e comunidades. Cuida de perto dos canais de distribuição de seus produtos e serviços. Precisa, às vezes, intervir em operações de seus fornecedores para que esses garantam a qualidade e o custo requeridos para aumentar a competitividade de seu negócio.

Precisa influenciar as associações no setor em que atua. Algumas vezes tem que articular com líderes comunitários para que a empresa exerça uma eficaz cidadania corporativa. O líder 360 graus consegue liderar também para “cima”.

Numa empresa, significa influenciar seu chefe, os diretores, o presidente, os acionistas – enfim, todos aqueles que, na escala de poder, ocupam posição hierárquica superior. Isso requer coragem, ousadia, iniciativa, criatividade. Surpreendem pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado.

O líder do futuro não será aquele que chega aonde anunciou que chegaria. Não bastará cumprir metas. Será aquele que fará mais do que o combinado, surpreenderá pelos resultados que conseguir transformar em realidade.

Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor. E dá o melhor de si.

Não espera acontecer. Cria as oportunidades. Estimula o senso de urgência e não deixa as coisas para amanhã. Incentiva parcerias, apóia iniciativas. Prioriza o que a equipe precisa, não apenas o que desejam seus integrantes.

Consegue o grau de compromisso e disciplina necessários para realizar sonhos definidos em conjunto, não apenas satisfações imediatistas. Celebra os sucessos e as pequenas vitórias. Distribui parte dos resultados gerados, em retribuição à comunidade. Inspiram pelos valores, em vez de apenas pelo carisma

Inspirar pelos valores é a tarefa mais importante desses líderes. É a “cola” que une as outras forças do líder, a que dá sentido a tudo. O líder diferenciado compreende que o critério do sucesso não é apenas o resultado, mas também a forma como o resultado é obtido. Constrói um código de conduta com os integrantes dos grupos dos quais faz parte, em torno de valores que são explicitados, disseminados e praticados. Constrói uma cultura aceita e compromissada.

O líder cinco-estrelas cria um clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional. Cultiva a capacidade de servir clientes, fornecedores, comunidades, parceiros. Encara o empreendedorismo como um estado de espírito, não como sinônimo de pessoa jurídica. Esse líder educa pelo exemplo. Fala aos olhos, não apenas aos ouvidos.

Se esses “segredos” não passarem por suficientes, resta adicionar duas outras atitudes que distinguem ainda mais esses “líderes cinco-estrelas”.

A primeira delas é que esses líderes aprenderam a ser líderes 24 horas por dia, ou seja, em todas as dimensões da vida. Exercem a liderança de forma coerente no escritório, em casa, na escola, na comunidade. Entendem que a liderança não ocorre apenas quando estamos no trabalho. Por que salientar essa atitude?

Porque, infelizmente, a maioria exerce o papel de líder apenas quando está no seu ambiente formal e se comporta de modo completamente diferente – às vezes até antagônico – em outras circunstâncias da vida. São “líderes meia-boca” que defendem certos valores quando estão com o crachá das suas organizações, mas que têm outras atitudes quando estão em casa ou em diversas situações do cotidiano.

A segunda atitude é que esses líderes, antes de pretender liderar os outros, aprenderam a liderar a si mesmos. Essa é uma das competências mais fundamentais dos chamados líderes cinco-estrelas. Sabem que, ao liderar, desafiam as pessoas a mudarem seus hábitos cotidianos, posturas, atitudes, comportamentos, modos de pensar – enfim, a modificar a forma de encarar suas vidas.

Esses líderes verdadeiros entendem que a mudança começa dentro de cada um de nós. Mas esses sabem que o líder, quando deseja mudar algo, deve começar a mudança em si. Sabem que liderança não é uma questão técnica, mas de atitudes e posturas. Atitudes perante outros, mas também perante a si mesmo.

Isso implica em liderar suas emoções, seus ímpetos, suas deficiências e saber suplementá-las com pessoas de sua equipe ou com parceiros na sua vida pessoal. Isso exige elevada dose de autoconhecimento.

E você, leitor? Quais desses pontos você já pratica e não constituem segredos para você? Quais os que você precisa praticar mais para ser também chamado um “líder cinco-estrelas”?

Temos de evitar atuar no novo jogo da liderança usando aquela velha forma de pensar que nos conduz sempre aos mesmos lugares. Temos de mudar o padrão da liderança se de fato desejamos criar famílias bem mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Aprendendo com Bill Gates

Aqui estão alguns conselhos que Bill Gates ditou em uma conferência, numa escola secundária, sobre 11 coisas que estudantes não aprenderiam na escola. Com certeza, você já deve ter lido, mas vale a pena ler novamente e refletir sobre cada uma das 11 regras citadas por Bill Gates.

Muito conciso, todos esperavam que ele fosse fazer um discurso de uma hora ou mais, mas Bill Gates falou por menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero.

Regra 1: A vida não é fácil. Acostume-se com isso.

Regra 2: O mundo não está preocupado com a sua autoestima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

Regra 3: Você não ganhará R$ 20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa, com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

Regra 4: Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

Regra 5: Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

Regra 6: Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então, não lamente seus erros, aprenda com eles.

Regra 7: Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são "ridículos". Então, antes de salvar o planeta para a próxima geração, querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar e arrumar seu próprio quarto.

Regra 8: Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto NÃO se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido, RUA !!!!! Faça certo da primeira vez!

Regra 9: A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

Regra 10: Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a noite e ir trabalhar.

Regra 11: Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns bobos). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles.

Por Bill Gates - Dono da segunda maior fortuna pessoal do mundo, e da Microsoft, a única empresa que enfrentou e venceu a Big Blue (IBM) desde de sua fundação, em meados de 1900. A empresa que construiu o primeiro Cérebro Eletrônico (computador) do mundo.

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